whatsapp image 2026 09 22 at 09.37.13

Foto Divulgação

Atividade reuniu sociedade civil e profissionais da rede para abordar vivências, direitos e formas de cuidado

A Prefeitura de São Pedro da Aldeia, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), realizou, na segunda-feira (21/09), um encontro do Setembro Amarelo voltado à população LGBTQIAPN+. A iniciativa aconteceu na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Centro, e reuniu representantes da sociedade civil e profissionais da rede de atendimento.

Organizado pelo Departamento de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Políticas Públicas LGBTQIAPN+, o encontro teve como tema “Setembro Amarelo: Acolhimento, Pertencimento e Valorização da Vida LGBTQIAPN+”. A programação abordou questões relacionadas às vivências desse público, como preconceito, rejeição, abandono, saúde mental e garantia de direitos.

A tarde contou com uma roda de conversa conduzida pela psicóloga Lorrany Gastantes, do Ambulatório de Saúde Mental. Também foram realizadas uma oficina de expressão e compartilhamento de vivências e uma atividade de relaxamento e atenção ao momento presente, conduzida pelo estagiário Guilherme Rocha.

A música também foi utilizada como recurso de expressão. Cada participante escolheu uma canção relacionada a sentimentos de conforto, pertencimento ou valorização da vida e explicou ao grupo o motivo da escolha. As músicas deram origem a uma playlist coletiva, construída a partir das preferências e experiências compartilhadas durante o encontro.

A iniciativa contou com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Ambulatório de Saúde Mental. Laysa Jotha, da Coordenadoria LGBTQIAPN+ em Saúde, apresentou o trabalho desenvolvido pela área e divulgou os serviços de saúde disponíveis para esse público na rede municipal.

Para a coordenadora de Políticas Públicas LGBTQIAPN+ da SASDH, Ágata Acioly, considerar as especificidades dessas vivências contribui para o fortalecimento do atendimento oferecido no município.

“Realizar uma ação do Setembro Amarelo com recorte para a população LGBTQIAPN+ é importante para compreendermos as especificidades e as vivências desse público e, a partir disso, promover espaços mais seguros de acolhimento e escuta. Situações como preconceito, rejeição e abandono podem atravessar essas vivências e precisam ser consideradas quando falamos sobre saúde mental. Aproximar esse debate da população e dos profissionais da rede é fundamental para fortalecermos o cuidado e construirmos um atendimento cada vez mais preparado e acolhedor no município.”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *